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Novo Ano Pastoral 2018 / 2019



 

ANO PASTORAL 2018/2019

 

Todos discípulos missionários

 

 

 

Num seu documento célebre, a Exortação Apostólica “A Alegria do Evangelho” (Evangelii

Gaudium), o Papa Francisco acentua muito essa responsabilidade de todos e cada um: “Em todos os

batizados, desde o primeiro ao último, atua a força santificadora do Espírito que impele a evangelizar”

(nº 119); “Em virtude do Batismo recebido, cada membro do povo de Deus tornou-se discípulo

missionário” (nº 120); “Todos somos chamados a crescer como evangelizadores” (121); etc. Aliás, a

este apartado do seu escrito, o Papa colocou o título significativo: “Todos somos discípulos

missionários”. Título que, neste projeto pastoral, faço meu.

Desejo, pois, que todos e cada um dos cristãos desta Diocese do Porto vejam como sua a

responsabilidade de levar Deus a quem O não conhece. Este é um dever que diz respeito a nós, bispos,

aos sacerdotes e aos diáconos. Mas também aos casais, aos jovens, às crianças, aos que já são agentes

pastorais a todos os níveis, aos trabalhadores, aos educadores, aos desportistas, aos que trabalham no

turismo, aos agentes culturais. A todos! Sem esquecer os pobres, os velhinhos e os doentes: ninguém

é inútil e, muitas vezes, são os que parecem mais limitados que apresentam obra mais válida.

Convoco-vos, irmãos, para descermos à rua, pois só aí encontramos as pessoas concretas que,

mesmo sem o saberem, anseiam o anúncio da salvação. Não temos direito de ficarmos na janela a ver

passar essa enorme multidão dos que nunca receberam o dom da fé ou já não conhecem o Senhor,

«único nome no qual podemos ser salvos» (At 4, 12). Como lhes disse no dia de início do meu

ministério nesta Diocese do Porto, somos uma equipa constituída somente por titulares. Ninguém -

ninguém mesmo! - fica no banco de suplentes. Todos e cada um descemos ao relvado para fazermos a

parte que nos toca. Claro que nem todos são guarda-redes ou avançados. Mas se todos «derem o

melhor de si» no lugar que lhes compete, a equipa será coesa, determinada, vencedora.

Ninguém diga que não sabe evangelizar. A tarefa de comunicar Jesus não depende de

esquema pré-elaborados, mas do fogo do amor que Ele derrama nos nossos corações e que nos

contagia interiormente. Com o Papa, também eu apontaria o exemplo dos primeiros discípulos que, a

partir do olhar do Mestre, logo foram dizer a outros: «Encontramos o Messias!» (Jo 1,41). Ou da

mulher Samaritana, que depois do diálogo com Jesus partiu para a aldeia e fez com que esta fosse ao

encontro do Salvador (Jo 4,39). Ou ainda de Paulo, o paradigma do missionário de todos os tempos, o

qual, após o encontro da estrada de Damasco, «começou imediatamente a proclamar (...) que Jesus

era o Filho de Deus» (At 9,20). Por isso, quem não souber dizer mais nada, garanta aos outros que se

sente feliz por conhecer e se deixar amar por Cristo.

D. Manuel Linda

 

 











 
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